terça-feira, 21 de maio de 2013

Diminuição do Sedentarismo

     Os níveis crescentes de sedentarismo observados na espécie humana parecem desempenhar um papel importante para a perda de desempenho orgânico. A grande maioria dos estudos realizados nesta área nos leva a acreditar que a ausência de atividade física gera um número bastante elevado de efeitos prejudiciais ao ser humano. Meller e Mellerowicz (1987) apontam alguns destes efeitos, entre os quais podemos destacar a atrofia muscular em virtude da inatividade, os vícios incorretos de postura, o maior acúmulo de gordura corporal, a hipertensão arterial, a diabetes e o envelhecimento físico precoce causado pela perda funcional de alguns órgãos. Perante isto, podemos afirmar veementemente que a qualidade de vida fica bastante comprometida em indivíduos de comportamento sedentário. A prática da musculação no ambiente recreativo, em virtude do seu componente lúdico, permite uma maior sensação de prazer durante sua realização, auxiliando na transformação do exercício físico em hábito e estilo de vida. O hábito se forma com a prática regular e prazerosa, provocando modificações comportamentais que levam à incorporação do movimento em substituição ao sedentarismo. Deste modo, as alterações fisiológicas provocadas pela inatividade física são anuladas e o indivíduo tende a apresentar uma melhoria orgânica que lhe garante a saúde e o bem estar.


       Fonte: Artigo - Musculação e Qualidade de Vida